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Sendo hoje o dia do livro, resolvi partilhar convosco aquele que mais prazer me deu ler!

Já foi há uns bons anos que o li, mas lembro-me que o fiz em cerca de dois dias, tinha outras coisas para fazer, caso contrário acho que bastava um serão para o ter terminado de tão bom que é.

Estou a falar de “O Mistério da Estrada de Sintra” de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão.

Eça de Queiroz, um dos mais notáveis escritores portugueses, introdutor do realismo em Portugal é natural da Póvoa do Varzim e veio a falecer em Paris em 1900. Em 1867, dirige e redige “O Distrito de Évora” e colabora na “Gazeta de Portugal”.
Em 1871 inicia “As Farpas” com Ramalho Ortigão, com quem já escrevera “O Mistério da Estrada de Sintra”.

Ramalho Ortigão nasceu no Porto e veio a falecer em Lisboa em 1915. O seu relacionamento com Eça de Queiroz leva-o ao grupo das “Conferências do Casino”.
Para além de  “O Mistério da Estrada de Sintra”, redige ainda com Eça “As Farpas”, publicadas em fascículos, onde à sátira política e social se juntam o amor pela etnografia, pela paisagem e pela arte.